PodBrisar #06 – Fé Brisada na Humanidade

Fala comigo, amigo ouvinte! Bora brisar?

O mundo está mais chato. Está mais preconceituoso, mais intolerante, mais malvado. Mas será que esse é o fim da humanidade? Estamos fadados ao mal, ou podemos ser bons?

Eu acredito no bem da humanidade! E você? Vamos brisar sobre isso?

Então libere a mente e solte as ideias porque aqui você Podbrisar!


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Mencionados no Episódio:

Livro – O Existencialismo é um Humanismo, Jean Paul Sartre

Vídeo – Trailer Death Note (Netflix Live Action)

Vídeo – Death Note (Anime)

Notícia – O Caso Dandara


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  • Darley Santos

    Isso é uma das coisas mais interessantes do ser humano: a dualidade do bem e do mal. Visto no íntimo, um mesmo indivíduo que hoje se pensa como uma boa pessoa, circunstancialmente pode vir a cometer atos de maldade repugnantes, apesar de sua auto-imagem dizer o contrário… É complexo demais o ser humano! Temos que nos apegar aos princípios, pois realmente sem princípios não existe constância ética/moral; são como salva-vidas no mar turbulento da ignorância, incompreensão e falta de ética, você se segura neles e não afunda! Mas sem princípios, você se torna uma criatura inconstante, onde na menor tentação ou provação cede aos maus estímulos e se torna veículo de negatividade. Ao mesmo, existem pessoas com uma predisposição, isto é, uma inclinação natural e inata, para o bem, ao passo que outras pessoas nem tanto… De toda forma, mesmo a predisposição para o mal deve ser inibida via educação moral, ensinando e inculcando os princípios necessários, mesmo para um sociopata…

    • Edu Filhote Henrique

      Fato meu amigo!
      Em grande parte dos pensamentos, nas mais diversas esferas, uma coisa é constante: o homem não é “obrigado” a nada. Ele pode escolher! E cabe a cada um de nós escolher o melhor!

      • Darley Santos

        Sim, o livre-arbítrio é um princípio fundamental, no entanto, longe de ser suficiente para levar o homem às boas obras… Por isso, acredito firmemente numa moralidade objetiva e universal, que nos livra de um subjetivismo relativista que abandona o sujeito à própria sorte de seu juízo particular – frequentemente vemos indivíduos tomarem as decisões mais loucas e desastrosas possíveis… Abraços!

  • Douglas Emerson

    Eu na minha opinião, acredito que a genética sempre foi fator decisivo para moldar o caráter de uma pessoa, (por exemplo: uma criança que foi adotada sem que a família soubesse a herança genética, se o pai foi um ladrão e a mãe uma prostituta eu não acredito que o filho vai ser um professor ou um médico, a genética aí pode revelar muitas coisas e o sofrimento que a família poderá ter ser grande. Então da mesma forma para que haja muitas pessoas más, também existem muitas pessoas boas para que haja um equilíbrio no universo, a balança nuca irá pesar para um lado , tem que haver o equilíbrio entre um numero de pessoas boas e más. O problema atual da mídia e dos nossos atuais meios de informação é justamente que a notícia boa não dá tamanha repercussão como uma notícia ruim. Apenas acredito que o número de pessoas boas e más são iguais no universo.

    • Edu Filhote Henrique

      Meu amigo, tu não deixa de ter um ponto de razão, mas penso assim: genética não determina caráter ou postura intelectual. Isso eu acredito ser adquirido a posteriori, ou seja, de criação, de vivencia!

      Mas sobre o ponto de ter um equilíbrio, seu argumento tem muita lógica!