MachineCast #80 – Resident Evil 2

Sejam bem-vindos amigos fãs de jogos de zunbis e survival horror. Um dos mais aclamados games da Capcom chega finalmente ao MachineCast, Resident Evil 2. E hoje conosco uma convidada muito especial, vinda lá do site Resident Evil Data Base, Monique Alves, a maior especialista em Resident Evil do Brasil! Atendendo aos clamores dos ouvintes ela vem dar o ar da sua graça na velha máquina!

Vamos ver como cada um conheceu o game e suas histórias nostálgicas sobre ele!

Pegue seu controle, se ajeite no sofá ligue o game e venha conosco em mais um grande jornada até 1998.

“ADA WAIT!”


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Equipe:

 

 

 

 


Convidada:

 

 

 

 

Resident Evil DataBase


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  • Darley Santos

    Gente, que cast maravilhindo e delícia foi esse! Com a participação da Sra. Monique Alves, que apesar de não ser devidamente reconhecida, é sim uma especialista em Resident Evil e possui uma verdadeira database sobre o assunto.
    Já falei uma outra vez aqui, a sequência em que joguei RE foi 3, 2, e 1, seja isso bom ou ruim. Meu primeiro contato com Resident Evil 2, o primeiro RE que vi ao vivo e a cores, foi num fliperama: acho que isso foi em algum momento do segundo semestre de 1999, meu primo queria me mostrar um jogo de zumbis que ele viu uns conhecidos dele jogando, e me falava principalmente da cena de um helicóptero caindo… Jogamos meia-hora de futebol e a outra meia-hora foi só meu primo jogando RE2, enquanto eu assistia sem tirar os olhos da tela… O fliperama, que funciona até hoje, é sempre escuro, mesmo durante o dia é tudo bem escuro, você só se guia pelas telas das TV’s ligadas, isso ajudou a criar aquele clima… Me impactou demais ver aquilo tudo, desde a tela avisando que o jogo possui cenas fortes e sangrentas, passando pela tela de menu, e o ápice com as cenas em CG do início do jogo – minha cabeça explodiu ali, eu só não havia percebido! Saímos umas 22:45, horário em que não costumávamos estar fora de casa, tanto que voltamos apressados nas nossas bicicletas, comentando eufóricos sobre o jogo e fantasiando sobre o que se seguiria ao começo da delegacia, ao mesmo tempo em que um tentava botar medo no outro.
    Entendo perfeitamente as situações relatadas por vocês dos maiores cagaços, e destacando a fala da Monique, aquela parte da música de fundo da delegacia em que de repente escutamos como que uma porta batendo com violência, aquilo é demais, muito marcante mesmo! Mas foi no jogo B com a Claire (sim, sei que foi errado) que passei o maior susto jogando RE2: dando aquela corridinha básica pelos corredores quando, opa!, viro e me deparo com o Mr. X passeando também pelos corredores! Parecia um muro ambulante – foi tão surreal aquilo, parecia um grande objeto inanimado que de repente veio se movendo na minha direção. Só entendi a situação depois que já tinha passado por ele! Pra mim ele era o Nemesi do RE2 hahah!
    De personagens marcantes, sempre achei o Hunk e o Dr. William Birkin os mais instigantes. Acho que pelo fato de se mostrar pouco sobre eles (cenas, files, relatos), sendo que o resto da história (antes e depois de RE2) você tem que deduzir e formar na sua cabeça. O chefe Brian Irons, apesar de nunca ter me simpatizado por ele, era interessante também pois simbolizava a tragédia que a Umbrella trouxe para todas aquelas pessoas que viviam em Racoon City, até porque ele foi um dos condutores disso…
    A parte do cenário do jogo que mais gostava também era a delegacia, seja pela ambientação, seja pela música própria dela… mas não gostava da parte da prisão, sempre achei muito opressivo aquele lugar.
    Quando finalmente joguei RE2 em minha casa, já num PS1 pra chamar de meu, eu comprei o jogo piratex com os dois discos, um rosa e outro azul, então fui salvo dessa do TeamBlue de jogar por anos só o lado A hahah. Aquelas imitações do Edu e do Neilson ficaram engraçadas, mas senti falta do Neilson falando com sotaque japonês “Biohazard” kkk. Muitas lembranças boas vieram escutando o cast, o que é, junto com a escuta de vossas impressões, a motivação de sempre embarcar na Velha Máquina! Mas não vamos exagerar neh gente, “orgasmos nostálgicos” aí já ultrapassou os limites do bom-senso… ou não???

  • Tiago Ramos Melo

    Salve sobreviventes da velha máquina, apesar da demora nos comentário, estou aqui para falar do jogo da franquia Resident Evil que mais joguei e de vez em quando ainda me arrisco a jogar.

    Como falei, RE2 foi o primeiro que joguei da série e a que mais gosto da trilogia clássica, como a maioria jogou no playstation, joguei ele também no Nintendo 64, até fiquei meio de lado pois é muito raro ter um jogo de uma “agressividade” alta nos consoles da Big N (vale lembra que MK teve algumas modificações para entrar na lista de jogos do SNES, e outros jogos da N64 também entraram, nesse caso não tendo muita censura da empresa), mas pra minha alegria joguei e ouvia muitos comentários do jogo e claro comecei a jogar. Sempre fui meio covarde pra jogar suvivor horror, sempre jogava a noite e mesmo com o “modo cagão” ativado, em certos momentos tomava um susto que precisava de alguns minutos pra me recuperar, mas era o legal do jogo, deixar tenso do começo ao fim.

    Mas sem dúvida esse episódio foi sensacional e claro com a convidada mais do que especial (nessas horas todo mundo aqui ia falar: “Obrigado Darley por tudo!” (risos)), esperamos agora o terceiro jogo e quem sabe ainda ficaremos sobrevivendo a mais uma fuga de Raccon City…..Sucesso pra todos e vida longa ao Resident e seus sustos do nada.