MachineCast #63 – Celulares

Alô, alô queridos ouvinte, piolhos de zap zap, jogadores de minhoquinha e conversadores de 1 milhão de sms!

O programa de hoje faz uma viagem história a um acessório que, com o passar dos anos, deixou de ser um luxo para ser um item indispensável na vida das pessoas por todo o planeta: os telefones celulares!

Partindo do início da tecnologia que hoje é vital e essencial, os Machines cedem um espaço na Velha Máquina e dão uma carona para o Gustavo Faria, do podcast CocaTech! Nessa viagem você pode relembrar (ou descobrir) como essa tecnologia evoluiu, quais foram os aparelhos marcantes, quais modelos os Machines ainda possuem, com quais começaram e muitas histórias bacanas e divertidas!

Não perca tempo então companheiro! Larga mão desse Whats App, desliga o Telegram (ou não, caso você esteja lá no nosso grupo hehehe), marque sua pontuação no jogo da cobrinha, e embarque em mais uma incrível e nostálgica viagem! Depois disso você pode ligar novamente seu celular, iPhone, smartphone ou qualquer fone que seja, e nos mandar aquela mensagem marota, compartilhar o cast nas suas redes sociais, e por que não, nos mandar aquela muralha de texto sms!

 

ALÔ? OI!

OI? ALÔ!


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Convidado:

 

 

 

 

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  • Darley Santos

    Meu primeiro celular comprei no final de 2011, um LG GX200, cuja carcaça guardo comigo até hoje, e em maio de 2015 comprei o tal do smartphone, o modelo da Samsung Galaxy S4, diante da pressão do pessoal do serviço para que eu aderisse ao tal do Whatsapp e assim interagir com eles. Apesar da tela quebrada, pretendo ficar com ele indefinidamente. Nunca tive outro número de celular, o meu é o mesminho da silva, não sou nenhum foragido da justiça pra ficar trocando de número o tempo todo! Com o smartphone temos muito mais funcionalidades, é como um computador de mão; por outro lado, a carga da bateria do meu primeiro celular, o “tijolinho”, durava mais de uma semana de uso. De fato, o desafio atual é criar baterias de alta durabilidade e que não apresentem superaquecimento. Quanto ao histórico do progresso das pesquisas que resultaram na invenção do celular falado por vocês, é curioso como encontramos a contribuição soviética em tantas invenções por aí, mas contribuições estéreis, visto que a aplicação prática dessas pesquisas para a comercialização de produtos nunca foi o forte de estados comunistas… ao contrário dos países democráticos capitalistas, onde as empresas de tecnologia vicejam, graças a Deus!

    Olhem meu primeiro celular:
    https://uploads.disquscdn.com/images/64adb95528b8d12ab9e2224efbe3feb07f998ecd4a75162f254ac73dcd13b86c.jpg

    • Darley Santos

      Imagem ilustrativa, claro, não é o meu de fato que ainda guardo!

    • Edu Filhote Henrique

      Caramba, já começou com telefone top kkkkkk
      E essa onda de smartphone é uma faca de dois legumes, realmente! Ao mesmo tempo que pode ajudar muito, pode também causar um certo “vício”, e acredite, muito pior que as ervas que mando pro povo aí!! kkkk
      A questão das baterias acredito que seja devido ao sem número de funcções que os smarts tem, consequentemente eles ficam “funcionando” por mais tempo! Se os tijolinhos tivessem tantas funções, suas baterias também durariam pouco!

      Muito obrigado por mais um feedback, e bom ver que está voltando aos poucos aos textões kkkk

      UM beijo e um queijo, meu querido!

    • Putz Darley, tem um colega meu que tinha um desse e ele só falava coisas boas, mas aí ele perdeu um dia na balada 🙂
      Quanto ao número, eu sempre quis manter o meu número, mas tive uns probleminhas e precisei trocar e hoje em dia, tenho 3 números de operadores diferentes, hahahaha!

      Abraço e obrigado por comentar!

  • Jorge Augusto

    Salve, povo!

    Seguindo na minha maratona… Caramba! Quanta nostalgia ao lembrar dos meus celulares ao longo da vida… (E sim, eu lembro do modelo de todos os 7). Gostei demais do episódio, deu pra conhecer bem a história do celular (que eu não conhecia, realmente não tinha me batido a curiosidade de conhecer.

    Meu primeiro celular eu comprei em 2004, era um Motorola C358, ou mais conhecido como Moto MTv:

    Eu fiquei bastante tempo com ele, de 2004 até por volta 2007, quando estava na faculdade e tinha arrumado outro emprego, então comprei o segundo, um Samsung S3500:

    Neste meio tempo terminei a faculdade e chegou o ano de 2010, e aí eu vi que tinha um celular TOUCH. Caramba, eu fiquei doido e comprei, foi um Motorola MotoTV:

    Fiquei frustrado, porque ele era ruim de manusear e lento que só a peiga. O pessoal falava direto de Android pra cá, Android pra lá, e o meu NÃO era. Então uns seis meses depois de comprar esse anterior, eu comprei um LG Optimus ME:

    Aí eu fiquei contente. Caramba! Eu podia baixar aplicativos, joguinhos, eu escrevia pelo celular (hábito que não abandonei até hoje!), a única coisa ruim era que ele tinha pouco espaço interno, e aí eu comecei a minha busca por melhor performance. Foi quando, uns dois anos depois, depois de namorar muito um celular, eu comprei o LG L7:

    E eu fiquei contente com ele. Ele tinha mais memória, tinha mais processamento, mas ainda eu não tinha muito armazenamento nele. E ainda mais, o celular começou a ficar lento pra caramba. Sem muita escolha, mas já um ano depois, comprei um LG G2 Mini:

    Aí eu fiquei feliz. Ele era rápido, tinha expansão de memória (e é Dual Chip), mas aí ele começou a ficar lento porque eu entrei na era dos joguinhos. 1 GB de memória não era o suficiente mais. Foi quando, pouco depois de sair da penúltima empresa onde trabalhei, comprei o celular que tenho até hoje, o LG G2. Sim, é o modelo completo do anterior, tem 2 GB de memória e, embora não tenha expansão de memória, tem 16 GB de armazenamento. E não vejo onde trocar este, porque os outros que estão na mesma faixa de usabilidade estão caros demais.

    E assim termina a minha epopeia no mundo dos celulares. Mas aí os Apple maníacos (como a Baianetta e o Zuppão) vão me perguntar se eu NUNCA quis um iPhone, a resposta é: eu até quis, mas é pouco prático, precisa do iTunes pra tudo, então o Android (não por ser código livre, mas por ser quase um MP1000 aí) sempre me satisfez.

    Grande abraço e até o próximo comentário.